terça-feira, 31 de março de 2020

QUARENTENA



Nossa vida mudou do dia pra noite,ouvi dizer que um  muro foi construído assim, do dia pra noite,
de repente, separando familias.

Hoje nos escondemos de um vírus letal,ele não escolhe ricos ou pobres,aliás, dizem também que ele viaja através dos ricos, mas atingi a todos.

Duas semanas enclausurados,mas tem países que já passam de um mês trancados em casa,na tentativa de debelar esse virus assassino

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017



                                                       Cachorro gosta de osso


                   Dizem, que cachorro gosta de osso,mas se oferecemos um filé ao cãozinho ele não ficará mais feliz?  conjecturas!
                  Em Fortaleza, minha cidade natal,ando de ônibus pra ir á praia,apanho um, que vai para o terminal  Papicu , saindo do terminal Antonio Bezerra. Vou num que não tem ar condicionado, o calor é abundante  sempre! as pessoas são bastante mal humoradas dentro dos coletivos,não há o uso de pedir licença,por favor etc. Resolvemos fazer o percurso dessa vez em outro que roda mais antes de entrar no terminal,mas ,tem ar condicionado! novinho,daqueles articulados ,tudo de bom! surpresa! as pessoas  são mais corteses,semblantes mais alegres, uma leveza quase que palpável. Então,dizer que cachorro gosta de osso e que pobre não gosta do que é bom é mentira! gostamos e preferimos filé ao invés de osso! 

 Júlia Lima-dez/2017

                   

quarta-feira, 28 de junho de 2017

                                                       




                               
                                                    Não é mesmo?


                                                           

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Observador contumaz das manias humanas, Roberto Shinyashiki está cansado dos jogos de aparência que tomaram conta das corporações e das famílias. Nas entrevistas de emprego, por exemplo, os candidatos repetem o que imaginam que deve ser dito. Num teatro constante, são todos felizes, motivados, corretos, embora muitas vezes pequem na competência. Dizem-se perfeccionistas: ninguém comete falhas, ninguém erra.

Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus. A sociedade quer definir o que é certo e o que não é. São quatro insanidades da sociedade que fazem de você um verdadeiro ” burro motivado “:

  • A primeira é: instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
  • A segunda é: Você tem de estar feliz todos os dias.
  • A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
  • Por fim, a quarta é: Você tem de fazer as coisas do jeito certo.
Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo à praia ou ao cinema, ou simples ser feliz sem fazer absolutamente nada.

Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?

O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las. São três fraquezas:
  • A primeira é precisar de aplauso,
  • a segunda é precisar se sentir amada e,
  • a terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram. Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno. Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards. Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates. O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico pela camisa e diz: “Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz”.
Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada.
Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.    

Por Roberto Shinyashiki

domingo, 25 de junho de 2017

     


                                              Vovó Júlia na Universidade!


            É bom ter experiências novas e porque não uma bem radical? siim! quase um pulo de sobre uma ponte! rsrs